domingo, 1 de fevereiro de 2009

Amor Bandido



Estava escrito, está escrito.

Ele já sabia que eu existia. Eu nem imaginava.

Depois de muito tempo eu o descobri.

Um bom papo... Mas nada demais.

Um sábado, ambos revoltados com a vida

O bom papo se tornou interativamente interessantíssimo

Não era mais "oi tudo bem?" ou "tem algum rap aí?

Era uma troca de idéias.

Eu como mulher que capta as coisas, já me interessei.

Mas a príncipio não acreditei.

Era uma distância de três horas que me fazia desacreditar.

E os papos continuavam.

Até o dia que ele veio até o meu reino...

Meu reino sujo, cheio de bêbados, vagabundos,

Homens cheios de malícia, mulheres que caiam em suas lábias,

Reino de falsidade, de trapaça, de cinismo.

Ele iluminou tudo aquilo, mas eu, não tive coragem de tomar iniciativa.

Então o aspirante ao Rei daquilo tudo partiu de volta ao seu verdadeiro reinado.

Mas as conversas prosseguiram, cada vez mais constantes...

E eu, fui visitar o reino daquele que me chamava tanta atenção;

Dos seus lábios provei, do calor do seus braços usufrui;

Me envolveu com seu jeito recatado, mas com olhar penetrante.

Agora eu, sempre desinibida, tornara-me recatada.

É um ladrão, um vagabundo, um larápio, bandido.

Mas é um larápio que sabe o que faz e robou algo que tava trancado havia tempo.

Desencadeou meu coração e roubou para si.

Agora o reino dele é meu e o meu é dele.

E assim ele me fez de Primeira Dama,

Fazendo com que toda negatividade de nossos reinos;

Sumissem, fossem ignorados;

Fazendo com que eu dedique minha vida de Rainha solitária

Ao Rei Bandido que me escolheu pra eu roubar o coração dele

A Rainha Bandida da boemia.

O Destino conspirou para que essas almas bandidas se encontrasse.

E o resto? Deixa com a gente...

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